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    <title>Ao redor do mundo</title>
    <description>Dicas e memórias pós viagem</description>
    <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/</link>
    <pubDate>Sun, 19 Apr 2026 10:27:39 GMT</pubDate>
    <generator>World Nomads Adventures</generator>
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      <title>Argentina e Chile - Patagonia e Tierra del Fuego 2010</title>
      <description>&lt;p align="justify"&gt;Minha viagem teve início em 17/01/2010. Voei para Buenos Aires (passagem de ida e volta adquirida por milhagem) em um domingo e passei um dia por lá. Era domingo e aproveitei para ir em San Telmo e rever alguns lugares que gostei na última vinda à cidade. Fiquei no Hostel Sur America por 45 pesos (1 real valendo cerca de 0,45 pesos argentinos)por dormitório. O hostel é ok ma preferi o Portal del Sur, hostel que fiquei da outra vez, localizado na mesma rua (Hipolito Yrigoyen). Um taxi do Aeroporto Ezeiza até o aeroparque (AEP-aeroporto local) fica em 135 ARS. O ônibus Manuel Tienda Leon, que não sai tarde da noite nem de madrugada, custa 45 ARS. O mesmo valor vale para o trajeto Ezeiza - Centro. Do Centro para AEP vale a pena pegar ônibus pois não é muito distante (cerca de meia hora). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No dia 19/01 voei para El Calafate pela Aerolíneas Argentinas. O retorno seria no dia 8 de fevereiro de Ushuaia para Buenos Aires. Este ticket de duas pernas saiu algo em torno de 450 R$ (230USD). O trajeto Aeroporto-hotel custa 26 ARS. Em El Calafate, que também é o nome de uma fruta (berry), fiquei no HI hostel Los Glaciares Pioneiros. Recomendo o HI Hostel Los Glaciares Libertador que é praticamente a mesma coisa e fica 5 quadras mais próximo do centro. A noite no dormitório custou 46 pesos (ARS). O centro de El Calafate, uma cidade turística menor que Ushuaia, possui restaurantes interessantes, bancos, internet e outros serviços básicos. Dá para ficar uns dois dias. La leyenda é uma loja que tem varias coisas úteis como luvas, isolantes, adaptadores, lanternas, etc.. La Lechuza Pizzas é um boa pizzaria.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;El Calafate é a base para o passeio ao Glaciar Perito Moreno, O maior no Planeta em que o acesso é possível por transporte terrestre. Compramos o tour alternativo por 170 ARS. Na rodoviária há duas ou três agências que oferecem por 80 ARS. A única coisa que o tour alterntivo oferece a mais é uma visita a uma estância em que é possível ver ovelhas, guanacos e a paisagem desertica que circunda El Calafate. Não acho que a diferença de 90 ARS seja válida. Pegue o tour tradicional. A entrada custa 75 ARS adicionais. Ouvi dizer que em quatro pessoas vale a pena alugar um carro (financeiramente) e chegando bem cedo na entrada do parque, não há cobrança da entrada. Como não fiz desta maneira,  vale a pena checar se a informação é verdadeira.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;El Calafate também é a base para se ir a El Chaltén (Parque Los Glaciares Norte). El Chaltén significa algo como vulcão ou fumaça. Não há vulcões lá mas o nome foi dado por ocupantes anitgos que tiveram essa impressão. Há uma &amp;quot;charla&amp;quot; na entrada do Parque em que a história é contada. Tente não evitar esta charla para saber sobre o lugar. Ficamos em três hostels. Vale a pena reservar adiantado pois as acomodações ficam cheias. Dormimos em Rancho Grande HI, Condor de los andes e Lo de Tani. O preço gira em torno de 50 ARS (um pouco mais caro). Há uma opção mais barata perto da entrada da cidade, um hostel perto da sorveteria mas achei sujo. A sorveteria é boa.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;As principais caminhadas em El Chaltén são de um dia, não sendo necessário dormir em barracas. No Fritz Roy ir à laguna de los tres e à laguna Piedras Blancas. No Cerro Torre ir ao Mirador Maestri. Há uma cachoeira escondiad na floresta da encosta, próxima ao mirador. Há ainda outras trilhas menores como o Chorillo del Salto.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O tempo na Patagonia é imprevisível. Chuva e vento fazem parte da viagem. Não desista das trilhas pelo tempo ruim. Repita no dia seguinte se for necessário. Tenha um ou dois dias reservados para isso. Compre uma capa de chuva que esquenta e protege. Tenha o máximo de coisas impermeáveis posível e muito goretex. Lembre-se: O VENTO SECA MELHOR AS ROUPAS DO QUE O SOL. Uma frase que ouvi de um Paranaense: Relaxa, aqui você vai se molhar e secar varias vezes. Tanto em El Chaltén como em Torres del Paine, os tempos de duração de caminhada marcados nos mapas são relativos à pessoas com razoável-boa condição física. Não ache que vai fazer mais rápido se não tiver uma excepcional forma física. As caminhadas, em sua maioria não são difíceis mas podem durar até 12 horas. De todas (Torres del Paine e El Chaltén), achei o Fritz Roy com Piedras Blancas a mais puxada. Demoramos 10 horas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para ir à Torres del Paine, a base é Puerto Natales, no Chile. O ônibus que cruza a fronteira sai de El Calafate. Puerto Natales também dispõe de serviços básicos mas a cidade é feia. Como chegamos lá as 23 hrs, ficamos o dia seguinte na cidade para comprar mantimentos para o treking e após a segunda noite, saímos de manhã. Por 5 mil CLP (pesos chilenos 500=1USD) pode-se dormir no hostel Lo Refugio. O dono, Lucho, é muito prestativo mas as acomodações são precárias. Por 7 mil CLP, recomendo o Lili Patagônico, bem mais agradável. Dá para negociar o ônibus Puerto Natales-Torres del Paine. Sai por 12 mil CLP ida e volta. A entrada do Parque é 15mil CLP.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em Torres del Paine, fizemos o percurso W. Dura 4 dias e 3 noites (saindo de Puerto Nales de manhã, as 7:30). Iniciamos pela perna do w de Las Torres. Para decidir por que lado começar, recomenda-se que ao chegar no parque, veja como está o tempo exatamente no pico das Torres. Se o tempo estiver aberto, salte na Laguna Amarga e pegue o ônibus de 2.500 CLP (ou caminhada de 1 hora)até a Hosteria Las Torres. Caso o tempo esteja fechado, siga no ônibus e comece pelo Pehoe. Isso só é possível se for acampar. Se for ficar nos refúgios, reserve adiantado (para garantir). O  catamarã para chegar ao Pehoé custa 11 mil CLP. Todos transportes são conectados, ou seja, barcos e ônibus saem quando o trasporte anterior chega. Não leve dinheiro contado a Torres del Paine. Dólares valem mas a conversão é bem ruim.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nossa estratégia foi acampar nos refugios (4 mil CLP, marcados em preto no mapa) que possuem luz, abrigo antes de dormir e água quente. O acampamento de qualquer forma é do lado de fora. Os locais marcados em verde são gratuitos mas não possuem nenhuma estrutura fora água e fossas.Fizemos as cenas nos refúgios (20USD). Em Pueto Natales compramos comidas fáceis sem necessidade de preparo para não carregar peso de panelas e fogareiros: sachês de maionese, atum, frutas, frutas secas, frios, pão, biscoitos, leite em pó, granola... Comemos antes as frutas que amassam e estragam com mais facilidade e por último os enlatados. De noite a refeição nos refugios. Nos refúgios, o almoço custa 15 USD e o café da manhã 10 USD.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Iniciamos em Las Torres e caminhamos até os Chilenos com todo o equipamento. Acampamos neste refúgio e atacamos a laguna de las torres sem mochilas. No dia seguinte, caminhamos até o refúgio los Cuernos. neste refúgio, ao contrário dos outros, a cena foi bem fraquinha. Vinte dólares saiu caro... Acampamos em Los Cuernos e ao acordar, fizemos o dia mais puxado. Com as mochilas seguimos até o Italiano. Deixamos a mochila em frente ao Guarda Parque e subimos o francês sem peso. Voltamos pegamos as mochilas e seguimos até o Paine Grande (Pehoe). Dormimos lá (acampamento 4.500 CLP, o mais caro, mais metido e pior - menos protegido e sujo)e no dia seguinte, sem peso chegamos ao Glaciar Grey. Desarmamos a barraca antes de sair nesta trilha pois o tempo estava bom. Fique atento: se o último dia for a perna do Grey, saia cedo pois o catamarã é as 18:30.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Achei interessante mas não fui no passeio de barco de Puerto Natales a Puerto Montt. Velejar por 3 dias custa USD 320. Vi que há ainda passeios de um dia e com preços variáveis. Há ainda transporte de barco para Puerto Willians (USD 170), povoado mais ao sul do planeta, na Isla Navarino. De Ushuaia para lá custa USD 100 por perna. Para ir à Ushuaia, saindo de Puerto Natales há o ônibus Pacheco. Demora um dia inteiro e custa USD 70. Este último foi o trecho que fiz.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ushuaia é uma cidade interessante, a maior entre as descritas até agora. Dá para ficar uns 4 dias. Imperdível visitar a pinguineira (Piratour) e andar entre os pinguins. Custa 250 ARS. Ouvi que em Puerto Madrin é mais barato. Ushuaia é ainda um bom lugar para comprar roupas e equipamento de viagem. Mais barato do que no Brasil. Em Ushuaia antecipei minha viagem de retorno pois não utilizei os dias reservados ao tempo ruim. Voltei no dia 4/02.&lt;/p&gt;</description>
      <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/story/54906/Chile/Argentina-e-Chile-Patagonia-e-Tierra-del-Fuego-2010</link>
      <category>Travel</category>
      <category>Chile</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Mon, 22 Feb 2010 10:29:00 GMT</pubDate>
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      <title>Nordeste 2009 </title>
      <description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Dicas Jeri, Pipa, Itacaré, Barra Grande, Chapada Diamantina, CE e Nordeste,MG e Itaúnas &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Este é um roteiro que fiz em fevereiro de 2009, com preços e lugares que fui. Este é um roteiro com um orçamento baixo – médio. Minha média de gasto diária foi de 84 R$, incluindo as caras tarifas rodoviárias. Há em todos os lugares alternativas de pousadas melhores. Não precisei reservar lugar com antecedência nenhuma vez. Recomendo comprar com pelo menos 1 dia de antecedência passagens de ônibus de longa distancia. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Voei para Fortaleza do Rio de Janeiro. A passagem foi adquirida por milhas. Fiquei no antigo Hostelling International (HI) Iracema. O preço do taxi até lá R$ 25 e o hostel é bem fraquinho e barulhento de manhã. Parece que os carros da movimentada rua em frente estão dentro do quarto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;O ônibus de Fortaleza para &lt;strong&gt;Jericoacoara&lt;/strong&gt; saí de manhã cedo e demorei 6h30. A passagem custa 38R$ pela Redenção. Cuidado com “ofertas” para chegar lá. Fiquei no HI Tirol que é bem agradável pois os funcionários são pessoas que moram em Jeri. A exceção é o imprevisível dono alemão que algumas vezes pode ser desagradável. O preço é R$ 30, e no balanço final, achei um bom lugar para ficar. Há, no entanto, uma boa quantidade de opções para quartos individuais entre R$ 20 e 30. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Em &lt;strong&gt;Jeri&lt;/strong&gt;, fiz a caminhada de quase 1 hora para a pedra furada e um passeio de bugue, saindo de manhã e chegando de tarde, para Tatajuba, R$ 40-45. Há uma taxa de 10 R$ para ver cavalos marinhos em um pote. Não paguei. O outro passeio para as lagoas paraíso e azul, pode ser feito de camionete de locais por R$ 10 ida e volta e uma caminhada. Jeri vale realmente a pena para os praticantes de esportes com vento como kitesurf e windsurf. A temporada no verão é em Dezembro e Janeiro. Para saber o que fazer a noite, vá ao bar da praia para começar a beber lá pelas 23h30.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Para ir para os &lt;strong&gt;Lençóis Maranhenses&lt;/strong&gt; uma opção é ficar em Barreirinha. A temporada e época em que os lagos se acumulam nas dunas é no meio do ano. Para chegar lá ou para ir à &lt;strong&gt;Parnaíba&lt;/strong&gt;, o mais barato é pegar a condução de Jeri para o Camocim as 5am. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Dicas de um &lt;strong&gt;cearense sobre seu Estado&lt;/strong&gt;: Morro Branco, Praia das Fontes, Canoa Quebrada (por Aracati), Redonda. Menos cogitadas: Serra da Ibiapaba ( Ubajara, Ipu-cachoeirinha), Quixadá, Crato e Juazeiro. Na &lt;strong&gt;Paraíba&lt;/strong&gt;: Coqueirinho e Baia da Traição. Em &lt;strong&gt;Pernambuco/ Alagoas&lt;/strong&gt;: Maragoj. Não chequei se vale a pena.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Não lembro a hora que voltei de Jeri para Fortaleza mas acho que havia 2 ônibus diários. O trecho fortaleza – Natal custa R$ 93-100 e há vários horários diariamente. Também não lembro mas acho que a viagem dura umas 7 horas. De Natal para a Pipa também há muitos horários e há opções pela Oceano e pelo transporte alternativo. Atenção: o transporte alternativo não te Guichê e sai com boa freqüência. Aguarde até uns 10 minutos antes para comprar o ticket da Oceano. Ambos custam R$ 10 – 11 e a viagem demora 2 horas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Em &lt;strong&gt;Pipa&lt;/strong&gt;, fui na praia do amor, golfinhos, madeiro e no chapadão. Ouvi que Tibal do Sul também vale a pena. Gostei muito da praia dos golfinhos em que o acesso só é possível na maré baixa. O surfe e a praia são altamente influenciados pela maré. Há tábuas em todos os lugares. O ônibus para madeiro e acredito que para Tibal também, custa 1,50R$. Do centro à madeiro são 10 minutos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Fiquei no HI Pipa. O preço para membros é R$ 30 e não membros R$ 35. Há piscina e a dona Janete é bem prestativa e simpática. Bom lugar para ficar. Para saber da vida noturna, comece pelos bares da rua principal, por volta das 23h e pergunte para o pessoal. Muitas vezes há mais de uma opção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Compre passagem de ônibus antecipada, pelo menos um dia antes, para sair de Natal. Todos os trechos são bem concorridos. Há apenas uma agencia de turismo na Pipa que cobra R$ 7 pelo serviço. Vale a pena. Como não reservei, tive que “pingar” em várias cidades pois meu próximo destino era Itacaré. Para quem vai no sentido sul, ir de Pipa para Goianinha (R$ 3, 1h de viagem, vários horários), reduz a viagem em 3 horas pois torna o retorno à Natal desnecessário. Fui de Goianinha para Recife (R$ 55, poucos por dia - Progresso) em 3 horas. De Recife a Itabuna pela Itapemirim, paguei R$ 160. Há um ônibus por dia e essa viagem dura 20 horas. De Itabuna a Itacaré, os ônibus de hora em hora, levam cerca de 4 horas e custam R$ 15-20.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;No caminho, achei Serra Grande interessante. Vale checar. Em &lt;strong&gt;Itacaré&lt;/strong&gt;, gostei mais do Hostel Pharol por R$25 em relação ao HI.Depois fiquei em um quarto só para mim por R$ 20 no Kitchenettes. Procurei e encontrei uma boa quantidade de acomodações nessa faixa de preço.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;As praias de &lt;strong&gt;Itacaré&lt;/strong&gt; são ótimas, com bom surf. Fui na Prainha, que achei a mais bonita. No Havaizinho, Engenhoca e itacarezinho, todas lindas, o ônibus sai da rodoviária em vários horários. Nas praias mais centrais, a Tiririca é a melhor para surf e também a que gostei mais. As primeiras praias que citei têm o acesso por trilhas. Não é necessário contratar guias(sem entrar no mérito da questão de turismo responsável - ou não). Achei um clima de insegurança em Itacaré. Os locais dizem que o policiamento melhorou mas eu não quis apostar nisso. Precauções como não andar com nada de valor certamente não trazem malefícios. Não fui mas as cachoeiras parecem ser interessantes e há também uma praia antes da Engenhoca que não lembro o nome. De noite, comece no Jungle lá pelas 22h-0h.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Contratamos uma Land Rover para ir até &lt;strong&gt;Barra Grande&lt;/strong&gt; por R$ 60/pessoa. Saímos pela manhã. Chegamos em 45min. O mesmo trajeto de ônibus demora 3 -4 vezes mais mas custa metade. Chegando lá, fiquei na pousada sabiá por R$ 25 por um quarto individual sem banheiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Fui em Taipú de Fora, Bombaça e fiz um passeio por ilha grande, sapinho, coroa vermelha e mais duas praias – saindo de manhã e chegando no por do sol. No sapinho há um PF de lagosta para 2 pessoas e meia por R$ 64. Recomendo também o bar Café Latino.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Para deixar Barra Grande seguindo para o norte, fui de barco para Camamu (hora em hora, 1h30 de viagem, R$ 6). Peguei um ônibus de Camamu para Bom Despacho as 8h20am (vários horários) por R$ 20. A barca de Bom Despacho para Salvador sai em vários horários e custa cerca de R$ 4. O ônibus de Salvador para Lençóis é bem concorrido (Acho que há 2 ou 3 por dia). Fiz uma viagem que não recomendo pois tive sorte. De Salvador para Itaberaba por R$ 37 às 16h e Itaberaba para Lençóis por R$ 16 às 21h30. O trajeto Salvador – Lençóis dura cerca de 6 horas. Não chequei mas &lt;strong&gt;Boipeba&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Moreré&lt;/strong&gt; parecem ser interessantes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Na &lt;strong&gt;Chapada Diamantina&lt;/strong&gt;, Lençóis é a cidade mais desenvolvida e base para a maioria dos passeios (onde fiquei). Mucugê e Rio das Contas (cidade com mesmo nome do rio que vai até Barra Grande) são base para visitar a parte sul do Parque que é menos explorada e pegou fogo em 2008. O HI em Lençois custa R$ 25 para membros. Há muitas acomodações neste preço. O Ki Lanches tem bons hamburgeres e o Fazendinha e Tal é uma cachaçaria charmosa. Para doces, ir no Pavê e Comê.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Fiz o passeio da Rota 1: Poço do Diabo (!!), Pai Inácio, Pratinha (R$ 10), Gruta Azul e Gruta Lapa Doce (R$ 10). Além dessas entradas, o passeio custa R$ 60 e dura o dia todo. Gostei muito de tudo que vi na chapada e recomendo. Não fui na trilha da cachoeira da fumaça de 3 dias mas acho que é uma das maiores atrações do lugar. O ideal é ir de carro (coisa que não fiz). Desta forma é possível ir em quase todos lugares sem guia. É só perguntar as pessoas certas nos povoados e cidades. No passeio da Rota 1, se possível, não almoce no Posto Pai Inácio. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Acho que a trilha da fumaça de 3 dias(não sei ao certo porque não fiz)é a mais difícil de fazer sem guia pois não há casa para dormir e sim cavernas ou usar barracas de camping próprias. Também não sei se as trilhas são bem demarcadas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Optei por fazer a trilha da cachoeira da fumaça por cima (1 dia) e vale do Pati (4 dias). Para ir na primeira, vá para Caete-Açu, vila no Vale do Capão e pegue uma trilha bem marcada de menos de 2 horas. O ônibus sai as 5 am para Palmeiras (R$ 5). Depois para o Capão, a rural custa R$ 7. Perguntar na rodoviária. De Palmeiras há três horários de retorno de Palmeiras para Lençóis. Vale a pena dormir pelo menos uma noite na vila de Caete-Açu. Há uma tenda de circo com shows e apresentações culturais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Para começar a trilha do Vale do Pati, vale a pena pegar uma rural de Caete-Açu até a casa do Bomba (R$ 10) para não andar 8 km de estrada. Eu fechei a rural palmeiras-capão + capão – bomba por R$ 15, com o mesmo motorista. Saí para o bomba as 6am e comecei a trilha as 6h45am. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;No primeiro dia dormimos no acampamento da Igrejinha, na casa do João. Levamos 7 horas caminhando 22 km pelas Gerais do Vieira e Gerais do Rio Preto com vista do topo do vale do Capão e depois de parte do Pati. As Gerais do Rio preto estão à direita no sentido Capão-Igrejinha. Ainda no primeiro dia fomos na cachoeira do funil e outras menores no mesmo rio em 40 minutos de ida. A igrejinha é o único lugar do vale em que os nativos não fazem comida. O uso do fogão a gás custa R$ 5 por café da manhã e janta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;No segundo dia subimos o morro do Castelo que tem uma gruta e a melhor vista do vale do Pati, rio Pati e cachoeira Calixto. Partindo do Seu Wilson, 1h30 de subida. Saímos da Igrejinha as 9am. Demora cerca de 1 hora da Igrejinha até o Seu Wilson e mais 3 horas até o Joia (seguir o rio Pati contornando o morro do castelo). No meio do caminho há a prefeitura, outro acampamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;No terceiro dia, Saímos do Joia as 9am para fazer o Cachoeirão por baixo (!!!)em 2h10 ida. Voltamos para dormir de novo no Joia. Há um rio que passa bem pertinho da casa, bom para banho. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;No quarto dia deixamos o Joia as 6am e caminhamos por 3h30 com 1 hora de subida até o Andaraí. O caminho inverso parece ser bem difícil. De Andaraí para Tanquinho o único ônibus diário passa as 14hs e custa 5 R$. Para garantir, esperar na estrada. O total do carro de Tanquinho até Lençóis foi 35R$, 7R$ para cada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Acho possível fazer as trilhas do Vale do Pati por conta própria, perguntando para as pessoas as direções mas é preciso dispor de mais dias pois levará mais tempo. Fui com o guia Flor e recomendo. Flor é um guia excelente e ainda conta histórias do garimpo de diamantes pois trabalhou por 5 anos. Muitas pessoas em Lençois contam relatos do Coronelismo e da vida quase escrava dos nativos da área da Chapada. Quem quiser o contato, me deixe uma mensagem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Peguei o ônibus de Lençois para Salvador no mesmo dia (4ª feira de cinzas) as 23h30, por R$ 48. Há três por dia. Comprar antecipado em qualquer época.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Dicas de mineiros sobre &lt;strong&gt;MG &lt;/strong&gt;(checar antes) para Bia: Milho Verde (Queijo/Canastra), Cachoeira do Tabuleiro, Gruta da Lapinha, Tiradentes, Conceição do Mato Dentro, Caraça, Represa de 3 Marias, São Sebastião das Águas Claras (Macacos).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span&gt;Fiquei em Salvador pela manhã e visitei o Pelorinho. Peguei o ônibus para São Matheus as 15h que durou umas 15 horas e custou R$ 170 (acho que há uns 3 por dia). Depois mais 1 hora até Conceição da Barra (vários horários)por R$6,17 e de lá para &lt;strong&gt;Itaúnas &lt;/strong&gt;(vários horários) por R$ 5,20. Passei um dia na casa da Rosa por R$ 30 /quarto. O trecho Conceição da Barra – Rio de Janeiro é feito pela São Geraldo, 1 vez por dia e custa 108 as 18h20. Eu sai de São Matheus para o Rio por R$ 90 (dois ou três por dia) as 18:30 chegando no Rio as 8h30am.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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      <pubDate>Mon, 2 Mar 2009 09:15:00 GMT</pubDate>
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      <title>Gallery: Nicaragua</title>
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      <title>Gallery: Estados Unidos</title>
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      <pubDate>Sun, 10 Aug 2008 03:41:00 GMT</pubDate>
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      <title>Gallery: Mexico</title>
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      <pubDate>Sun, 10 Aug 2008 03:07:00 GMT</pubDate>
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      <title>Gallery: Roma e Vaticano</title>
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      <category>Travel</category>
      <category>Italy</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Sun, 27 Jul 2008 05:03:00 GMT</pubDate>
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      <title>Gallery: Dubrovinik</title>
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      <category>Travel</category>
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      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Sun, 27 Jul 2008 04:20:00 GMT</pubDate>
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      <title>Gallery: Laos</title>
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      <category>Travel</category>
      <category>Laos</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Sun, 27 Jul 2008 03:52:00 GMT</pubDate>
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      <title>Costa Rica e Panamá - parte caribenha</title>
      <description>&lt;div&gt;&lt;div&gt;Essa foi uma carta destinada à família e amigos mais próximos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oi!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nao sei qual foi a última vez que escrevi, em Português ou em Inglês mas vou contar meus passos a partir da parte caribenha da Costa Rica que eu considero imperdível para quem estiver por perto.Praias com areia branca, agua transparente e corais perfeitos para mergulhos e snorkelling.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Puerto Viejo de Talamanca na parte sul do país é uma vila em uma dessas praia caribenhas. Fui em um dia, meia hora de ônibus, para o Parque Nacionall de Cahuitas, norte de Puerto Viejo, com praia e muitos animais. Macacos, cobras, preguicas, aranhas enormes e mosquitos. A natureza na Costa é algo inacreditável. As árvores sao enormes e os animais em habitat natural tb.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;No outro dia fui de bicicleta para o Sul de Puerto Viejo, passando pelas praias de Cocles, Punta Uva e Manzanillo e mais umas duas que eu nao me lembro do nome agora. Destaque para punta Uva. Praia perfeita, cor da água e da areia como sempre imaginei que fosse o caribe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas o melhor ainda estava por vir. De Puerto Viejo atravessei a fronteira para o Panamá numa viajem brilhante. A travessia entre os dois países se dá por uma velha ponte sobre um rio impressionante. Segui para Changuinola e peguei um barco para Bocas del Toro. O caminho passa quase todo por um mangue com um tipo de gigoia por toda parte e realmente bonito. A água reflete a paisagem como um espelho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bocas del Toro:  um arquipelago de Ilhas paradisíacas no Caribe. Fiquei na Ilha Colón com viagens para praias na Ilha de Bastimentos, onde estava andando da praia Wizard para a praia Segunda e quando me dei conta, vi um tamanduá do meu lado, procurando formigas. Inacreditável. Mas incrível ainda (e até agora acho que a praia mais bonita que eu já fui) sao as ilhas do parque nacional Zapatillas. Nao sao muito visitadas por serem longe e um pouco mais caras que as outras mas imaginem uma ilha perfeita, deserta, 100 metros de diametro com uma floresta no meio, cercada com areia e agua iguais a um cartao postal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;De Bocas fui para Panama City, vi o canal e a parte histórica-colonial da cidade. Legal, vale a pena ir. Sem mais comentarios. Nao é imperdível. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;De Panamà City organizei um grupo de 7, fechamos um barco a vela de 43 pés e fomos até Cartagena na Colombia, saindo de PortoBello em uma viagem de 4 dias, passando por San Blás.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O arquipelago de San Blás é parecido com o de bocas mas o acesso muito mais restrito pois nao há estradas e as ilhas sao mais distantes. É possível voar mas sai caro e é prossivel ficar preso em uma das ilhas sem ter meio de transporte para as outras. Um veleiro é definitivamente a melhor opcao. Fui em cerca de 5 ilhas, algumas desertas. Todas cartoes postais ou propaganda de hotel. San Blás tb é o lar dos Kunas que t^^em autonomia e governo próprio paralelo ao do Panamá. As roupas sao muito coloridas e nao há nada parecido em nenhum lugar do mundo. O lugar é muito remoto e já tem mais de 300 anos. Muitos hoteis interbnaconais ja tentaram comprar ilhas mas a lei só permite que Kunas as possuam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O barco foi uma grande aventura. os ultimos dois dias em mar aberto contra a corrente foram um pouco revoltos mas chegamos bem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cartagena é uma cidade colonial, das mais bem preservadas das américas e ao redor muitos prédios de classe média-alta. Tambèm é o lugar da onde escrevo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como meu amigo israelense Yoni diz: Mucho amor y paz para todos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;até a próxima, abracos e beijos. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/story/20051/Costa-Rica/Costa-Rica-e-Panam-parte-caribenha</link>
      <category>Travel</category>
      <category>Costa Rica</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Thu, 12 Jun 2008 04:51:00 GMT</pubDate>
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      <title>Gallery: Guatemala</title>
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      <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/photos/11141/Guatemala/Guatemala</link>
      <category>Travel</category>
      <category>Guatemala</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Thu, 12 Jun 2008 04:21:00 GMT</pubDate>
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      <title>Guatemala!</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img src="https://s3.amazonaws.com/aphs.worldnomads.com/henrique/11141/DSC07564.jpg"  /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span&gt;&lt;p&gt; &lt;img src="https://s3.amazonaws.com/aphs.worldnomads.com/henrique/11141/DSC07298.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um conhecido ditado entre os viajantes é de que quem faz a viagem são as pessoas que você encontra.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Já chega até a ser um clichê, em todas as línguas, mas não deixa de ser verdade. A Guatemala foi um dos países que mais gostei. Não sei se foi pelos companheiros de andança ou pelo lago entre vulcões e cachoeiras com lagos verde celeste (se é que existe essa cor).&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Começo, no entanto, contando essa história pela minha conturbada entrada no país. Quem quiser ir direto às outras histórias, pule quatro parágrafos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Estava no México, há menos de 100km da fronteira, em Palenque. Havia uma viagem de barco bem empolgante para cruzar a fronteira e entrar na Guatemala. Eu e Rory, um australiano que trabalhou comigo na Califórnia e viajamos por um mês pelo México, descobrimos que ficaríamos ilegais nos Estados Unidos porque deveríamos ter entregue um cartão de saída (I-94) e não o fizemos na bagunçada travessia San Diego/Isidro-Tijuana.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Rory já estava ilegal mas eu tinha a possibilidade de voltar aos EUA e devolver o tal cartão mas tinha apenas uma semana. Tenho como política de viajante nunca ficar ilegal em um país, então tive que voltar. Comprei uma passagem da Cidade do México(DF) para Dallas e no mesmo dia para Guatemala (capital). A viagem de Palenque até DF durou 14 horas, fui pro aeroporto e depois mais umas 14 horas entre esperas e vôos até chegar à Guatemala (capital). Rory seguiu direto para Guatemala.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Na hora de entrar em Dallas o oficial de alfândega encrencou comigo e primeiro não queria deixar eu entrar, depois queira cobrar 260 USD para um novo visto. Eu com minha usual arrogância em aeroportos falei que meu visto era válido e de múltiplas entradas. Discutimos muito e vieram dois outros oficiais que me passaram no guichê de carimbos mas começaram um novo interrogatório. Vi que tinha que baixar um pouco a bola ali e depois de repetidas as mesmas perguntas várias vezes minha história colou e passei.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Um agravante: Só tinha uma perna da passagem e minha saída da Guatemala era uma reserva muito suspeita e não confirmada. Nos EUA deu certo e na entrada da Guatemala nem pediram nada. Sempre tenho sorte nas viagens e mesmo com tudo pra dar errado confio no meu santo. A brincadeira saiu quase 500 USD, sem pagar outro visto, um golpe pra que viaja com orçamento baixo. Estes eram meus gastos para duas semanas com tudo incluso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Cheguei em Guate para passar a noite e ir no dia seguinte para Antígua. Não me senti seguro na capital e sinceramente achei um dos lugares mais ameaçadores que estive. Conheci pouquíssimas pessoas que gostaram de Guatemala capital e eu não recomendo mas cada viagem é diferente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Antígua, uma das capitais do império espanhol, é uma das atrações de toda América Central. Um terremoto no século XVIII à destruiu e há resquícios nas construções que não foram reformadas. Ponto de encontro de viajantes do mundo todo e boa base para viagens menores. Hostel Black Cat por 50 quetzal é uma ótima opção para ficar com café da manhã caprichado de verdade. Fiquei 2 dias, deixei minhas malas no guardo de equipo do hotel da frente e fui passar um fim de semana no Lago de Altitlán passando pela feira de Chichicastenango. Se não me engano os dias são quinta e domingo. Vale a pena ir mas para comprar não há nenhuma novidade. Lembre-se de barganhar. Um detalhe: fiquei quase 2 semanas no Lago.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Em “Chichi” conheci a argentina Andrea – que mora em Ibiza – e o casal de israelenses Yoni e Rona. Eles me recomendaram o Hotel Xocomil em San Pedro La Laguna no Lago de Altitlán. No dia seguinte nos reencontramos e conheci ainda a argentina Margarita e o polonês Kristian que também moravam em Ibiza. Todos nos demos tão bem que começamos a nos chamar de família. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Uma outra pessoa importante foi a alemã Jette e seu labrador Alastor. Conheci no barco de Panajachel até San Pedro. Ela estava viajando pela América Central por 7 meses e morando há 3 em Jaibalito, uma pequena vila bem isolada. Posteriormente fomos juntos para Antígua e Semuc Champei. No final tivemos um desentendimento e não nos falamos mais. Desculpe, mas quiser saber mais terá que me perguntar. Apesar de tudo foi uma grande companheira. Uma observação: Panajachel é o lugar para pegar barcos para as vilas a cerca do lago.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Em San Pedro, na primeira noite fomos para o Babilon. Só há festa até 1 am. A não ser em propriedades privadas isoladas. No dia seguinte fui a Jaibalito, pegar Jette para passar o dia em San Pedro. Caminhamos de Jaibalito até San Marcos e de lá pegamos um barco para San Pedro. De noite fizemos o que fazíamos quase todas as noites: ficar na esquina da rua do embarcadeiro bebendo e jogando conversa fora. Houve também uma noite reaggae que valeu a pena.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;No dia seguinte fomos para San José para pegar umas crianças para brincar na praia. Kristian conhecia eles porque tem casa em San Pedro – que aluga por ser longe. Suas famílias morreram num deslizamento que matou mil pessoas. O nome da praia era cristalina, assim como suas águas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;No dia de Passah (não sei a grafia), feriado judaico, Yoni e Rona fizeram um jantar para todos, em comemoração ao êxodo através do mar vermelho. Fomos depois para um bar de donos israelenses bem conhecido mas que não lembro do nome. Funciona como hostel também. Bem legal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Para ir ao nariz maya fizemos o seguinte caminho: Ir de condução até San Juan, depois para San Pablo, pegar outra até uma parte do caminho para Santa Clara. Há ainda uma trilha de 3 horas e meia desde San Juan.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Bem puxada, o mesmo caminho pelo qual descemos. Vale a pena ver o Lago de cima.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Fui com Jette (e Alastor) para passar a semana santa em Antígua e ver as procissões e os tapetes de sal. Viajar com um cachorro se mostrou difícil várias vezes mas dá pra fazer. Só não foi possível para ela entrar na Costa Rica que não permitia entrada de animais domésticos. Acho que nem silvestres mas tudo bem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;               &lt;/span&gt;Em Antígua reencontrei com o australiano Rory. Ele gostou tanto de Antígua que ficou por um mês fazendo curso de espanhol. Foi bom reencontrá-lo. Tínhamos o plano de fazer toda a viagem das Américas juntos mas ele gastou demais e acabou ficando mais poucos meses pela América Central e nem foi mais ao Sul.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Fiz o tour para ir ao vulcão ativo Pacaya, saindo de Antígua. A experiência foi totalmente válida para mim pois nunca havia estado em um lugar nem parecido. A subida é bela e o visual incrível. Gostei apesar da excursão guiada. Mesmo para viajantes independentes as vezes vale esse tipo de pacote, principalmente quando não há outra opção para chegar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Não fui mas a cidade de Quetzaltenango, conhecida como Xela, é uma cidade de jovens, acho que universitária, e vale pra que quer aprender espanhol. Cidade de porte médio, 120 mil pessoas, ouvi falar bem de lá. Fica a oeste do Lago de Altitlán.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Um lugar muito remoto e que vale a pena está a cerca de 10 horas norte de Antígua. Passando por Cobán, se chega à Lanquin onde há o Hostel El Retiro que é famoso e legal. Mas a atração é mesmo Semuc Champei. Lagos e cachoeiras que são um verdadeiro paraíso. Há hostels mais próximos de Semuc mais o El Retiro vale mais a pena. Não recomendo as cavernas de Lanquin, só as próximas de Semuc Champei mas também não são imperdíveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Seguindo norte por cerca de mais 10 horas se chega a Flores, destino usual para quem vai para Tikal. Depois do Lago e de Semuc Champei, realmente não vi nada demais por lá. Já havia estado em Palenque e Teotihuacan no México, sem contar Agkhor Wat, e não fiquei surpreendido com Tikal apesar de este ser o maior sítio maya já descoberto. As outras ruínas visitadas são Copán e Honduras, perto da fronteira com Guatemala. Me parece que a fauna lá é mais rica e frequentemente são vistos araras vermelhas. Com certeza mais fácil que ver um Quetzal, pássaro símbolo e raro da Guatemala. Um belga que conheci na Nicarágua falou que lá e em Honduras há lugares que é impossível não vê-los.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Achei Flores demasiado quente e pela posição geográfica. Perto do equador, acredito que a temperatura seja assim durante todo o ano. O hostel Los Amigos por 25 Q é talvez a opção mais descolada mas recomendo ir para El Remate como base para Tikal. El Remate fica em um lago com águas transparentes e mais próximo de Tikal. O problema é seu tamanho e opções de transporte mas ser melhor que Flores não é difícil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;                &lt;/span&gt;Fui de Flores para Honduras. Há porém no caminho Rio Dulce e Livingstone que são conhecidos. Não espere paisagens caribenhas. Está mais para um mangue. Ouvi boas coisas e más e resolvi não ir. Não sei se perdi algo. Assim como as praias do pacífico que são menos visitadas e também não tenho muita informação.&lt;/p&gt;&lt;p /&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/story/20048/Guatemala/Guatemala</link>
      <category>Travel</category>
      <category>Guatemala</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Thu, 12 Jun 2008 04:18:00 GMT</pubDate>
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      <title>Gallery: Salares de Uyuni e Chacaltaya</title>
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      <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/photos/11125/Bolivia/Salares-de-Uyuni-e-Chacaltaya</link>
      <category>Travel</category>
      <category>Bolivia</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Wed, 11 Jun 2008 05:10:00 GMT</pubDate>
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      <title>Nova Zelândia - roteiro de onde ir</title>
      <description>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Quando se fala em Nova Zelândia, quase todos pensam em montanhas íngremes e na prática de esportes de aventura. A fama do lugar é justa e apesar destes serem os principais atrativos, não são os únicos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Quem chega ao país, entra logo em contato com a cultura Maori. Lendas, tribais e trabalhos em jade são parte integrante da cultura local. Os Maori foram os primeiros habitantes e atualmente convivem com os descendentes de brancos, vindos da Europa na época da colonização, a cerca de 200 anos atrás. Os neozeolandeses são curiosamente chamados de Kiwi, referência ao pássaro homônimo, um dos símbolos nacionais. Cuidado, nem todos os habitantes gostam dessa designação.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;A Ilha Sul e a Ilha Norte formam a maior parte da Nova Zelândia. Outras ilhas pertencem ao país, sendo a Ilha Stewart a maior delas e as ilhas Cook sua possessão. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;A Ilha Norte, com mais da metade da população, oferece praias como Manganui, geisers em Rotorua, o Lago Taupo, a cidade Art Decô de Napier, uma das ondas mais longas do mundo, situada em Raglan e a Capital Wellington. Auckland é a maior e mais populosa cidade e próximo fica a área de Coromandel com lindos cenários.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;A Ilha sul apresenta paisagens mais exuberantes que a Ilha Norte. Suas grandes montanhas ficaram conhecidas no mundo todo através do filme &lt;i&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/i&gt;. O turismo nos locais de filmagem é bem explorado e é possível comprar pacotes para a visitação. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;A principal atração da Ilha Sul é Queenstown. Uma pequena cidade com pouco mais de 10 mil pessoas com o que mais se espera da Nova Zelândia: lindas montanhas, um lago gelado e muitos esportes de aventura. Existe uma enorme variedade de modalidades radicais. Entre as opções estão bungy jumps, pára-quedismo, acrobacias em um avião monomotor e passeios de jetboat entre cânions. Um dos maiores bungy jumps do mundo fica em Qtown, com 134 metros.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;No inverno, 3 estações de ski abrem: Coronet Peak, Remarkables e Cardrona, todas próximas do centro. A estação de Cardrona, com as maiores pistas de ski, fica mais perto de Wanaka, outra pequena cidade. Os praticantes mais avançados de ski e snowboard normalmente se hospedam na pacata Wanaka por ser mais próxima do que Queenstown.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Milford Sounds, localizado a cerca de 300 km de Queenstown, possui as mais incríveis paisagens da Ilha Sul com quedas d’água, geleiras, túneis e claro muitas montanhas. Há um passeio de barco, bastante concorrido mas que vale a pena. Os passageiros navegam pelos sounds (espécie de fiords) até a junção com o oceano. As vezes o barco entra dentro de uma cachoeira ao retornar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Christchurch, a maior cidade da Ilha Sul, e Dunedin, a segunda maior, oferecem boas opções para quem quer sair a noite. Os pubs são populares entre os locais e os viajantes. Shows esporádicos também fazem sucesso.Na Ilha Sul, Queenstown seria a terceira cidade em variedade de programas noturnos. Tente ir a um show do Cathafire que é uma banda de reaggae kiwi bem legal.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Os surfistas encontrarão em Dunedin e Kaikoura as melhores condições da Ilha Sul para a prática do esporte. Quem for surfar não pode esquecer de usar roupa de borracha pois a água tem temperaturas bem baixas, inclusive no verão. A costa entre as duas cidades é repleta de focas. Vale a pena uma paradinha.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Aqueles que gostam de trilhas não podem perder uma visita ao Abel Tasman National Park. A trilha pelo parque dura cerca de 4 dias e existem cabanas estrategicamente posicionadas no caminho, para passar a noite. Está situado perto de Motueka, uma cidade com atmosfera hippie. Há aproximadamente 70 Km para o Norte está o Farewell Spit e o Cape Farewell, pontos extremo norte da Ilha Sul. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Outras atrações são o Monte Cook, maior montanha da Nova Zelândia, os glaciares de Franz Josef e o passeio de trem entre Christchurch e Greymouth. Em Blenheim estão as maiores vinículas do país. Bom para quem quer experimentar os vinhos locais e curtir um ambiente rural.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Tente interagir com os locais. Eles podem mostrar outros segredos da Nova Zelândia. Assim como as “minhocas cintilantes” (glowing warms) que reluzem à noite (em Franz Josef). São atrações menores que só os moradores conhecem.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/story/20001/New-Zealand/Nova-Zelndia-roteiro-de-onde-ir</link>
      <category>Travel</category>
      <category>New Zealand</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Wed, 11 Jun 2008 04:56:00 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>Thailandia e Laos</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;img src="https://s3.amazonaws.com/aphs.worldnomads.com/henrique/12134/DSC00141.jpg"  /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Uma das principais cidades do sudeste asiático, Bangkok é para os ocidentais a porta de entrada na Tailândia. Bangkok oferece todas as possibilidades de uma grande cidade. A variedade de entretenimento vai desde festas a visitas aos templos budistas. A maioria dos turistas e mochileiros procura acomodação na Khao San Road e imediações. Uma opção barata para dormir é a escolha de guesthouses. Na Khao San Road é fácil de encontrar agências de viagem para comprar passagens de trem e ônibus para os outros destinos da Tailândia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;Chang Mai é a principal cidade do norte. Um dos lugares mais tradicionais do país, possui os melhores cursos de culinária, massagem e boxe tailandês. Muitos ocidentais escolhem Chang Mai para passar uma temporada e aprender os segredos tailandeses. Há uma trilha de 3 dias que as guesthouses oferecem na qual parte do trajeto é feita em um elefante e há ainda uma parte em jangada.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;Vale a pena se aventurar pelos vilarejos ao redor de Chiang Mai. A vila de Pai tem cachoeiras, fontes quentes, bangalôs baratos e bares muito divertidos. Mãe e Chang Raí também são bons lugares para se conhecer. Tente alugar scooters para poder explorar a região.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;Cuidado no norte da Tailândia. A produção de ópio é grande e o exército está por todo lado. Claro que eu desaconselho mas se for comprar algo, atenção e desconfiança. Há ainda, nas vilas mais remotas, cartazes da gripe aviária. Respeitando estes avisos, o norte é imperdível.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;Chiang Khong faz fronteira com o Laos. Barcos fazem a viagem até Luang Prabang em 2 dias. Pode-se pegar o barco rápido e fazer em algumas horas mas o barulho é infernal e muitos não confiam que um pequeno barco com tal velocidade agüente qualquer batida.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;Um bom roteiro para o Laos começa em Luang Prabang, podendo dar uma desviada para Muang Nhoi, voltando ao trajeto do rio Mekong e passando por Vang Vieng, Vientiane, Pakse e chegando as 4 mil ilhas. O visto para o Laos deve ser aplicado em Chiang Mai ou em Bangkok, sendo neste último mais rápido.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;Em dias ensolarados, a cachoeira de Luang Prabang parece um cenário de filme. Não esqueça ainda de provar a BeerLao, cerveja local muito boa e forte. Outra dica: Em 2005, só havia 1 ATM (caixa automático) em todo o Laos, situado em Vientiane. Leve dinheiro em espécie.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;No sul da Tailândia estão localizadas as praias. Há ilhas e praias voltadas para o Mar de Andaman e para o Golfo da Tailândia. O custo no sul é relativamente mais alto do que no resto do país. A maior parte dos turista têm como destino as praias que são paradisíacas. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Quem gosta de surfe pode esquecer. Raramente há algum pico propício para o esporte. Quem prefere o mergulho vai vibrar. Há cursos com preços acessíveis e as condições ideais: grande visibilidade e variedade de espécies submarinas. Koh Tao é a ilha mais popular quando se fala de mergulho (mas não a única!).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;A famosa Full Moon Party, a maior festa em praia do mundo, fica em Koh Phan Gan, a poucas horas de Koh Tao. Há também a Half Moon Party que é na verdade uma rave nas montanhas. As duas festas acontecem todos os meses durante as luas cheia, crescente e decrescente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Outra ilha imperdível é Koh Phi Phi. Arrasada pelo Tsunami de 2004, a comunidade já está em grande parte recuperada e preparada para receber os visitantes. Os nativos estão bastante receptivos pois precisam recuperar o potencial turístico da região. Ongs trabalham ajudando os moradores de Koh Phi Phi. O filme &lt;i&gt;A Praia&lt;/i&gt; de Danny Boyle (&lt;i&gt;Transpoiting&lt;/i&gt;) com Leonardo de Caprio foi filmado lá.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Puket é uma das praias mais famosas mas sofre um grave problema com o turismo sexual. Muitas cenas constrangedoras podem ser vistas com facilidade devido ao abuso dos turistas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Outros lugares de destaque (positivo) são Koh Chang e Koh Samet, ilhas próximas de Bangkok. Lonely beach, em Koh Chang, já não é mais tão solitária mas continua muito bonita. Kanchanaburi, Koh Samui, Pattaya e Krabi são lugares muito procurados.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Como últimas dicas, não se esqueça de barganhar; prove Shinga e Chang, cervejas locais; aprenda algumas expressões em tailandês, a viagem fica mais rica quando você interage com os locais; estude um pouco sobre o budismo para entender a filosofia de vida deles; use muito repelente e tome cuidado com a malária na época de chuvas e vá com calma quando comer vermes aranhas ou escorpiões. Toda fritura tem gosto bom mas experimentem estas iguarias frias para ter uma real noção do gosto. (Mentira, comam quente mesmo.)Boa Viagem!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;            &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/story/20000/Thailand/Thailandia-e-Laos</link>
      <category>Travel</category>
      <category>Thailand</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Wed, 11 Jun 2008 04:53:00 GMT</pubDate>
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      <title>Travessias Panamá-Colombia com ou sem San Blás</title>
      <description>&lt;p align="justify"&gt;Como não há conexão de estradas entre Panamá e Colômbia, a solução é voar  ou ir de barco (veleiro). O custo é praticamente o mesmo. Mais barato caso vc tenha passagem aérea para sair da Colômbia. A maioria dos países não permite o ingresso sem um bilhete de saída. Neste caso o trecho mais barato é Cidade do Panamá - Cartagena ou Barranquilla (aero.aires.com, cerca de 120USD). Aconselho os dois países para viajar. São incríveis mas isso é uma outra história que contarei em outro texto.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Eu fiz a viagem de veleiro passando por San Blás e acho ter sido a melhor opção. Recomendo ficar no Mamalhena Hostel e falar com o Australiano que é o dono.Acho que o nome é Stuart. Ele pode organizar a viagem com os diferentes capitães, que são free lancers, e aconselha quais são os melhores. Cuidado: Não vá em barcos pequenos nem com capitães com má fama. Normalmente os barcos saem de Porto Bello que até é agradável mas arrumar tudo da capital é uma opção mais certa. Paguei 280,00 USD&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;As vezes é preciso ficar semanas na Cidade do Panamá para conseguir um barco interessante mas valhe a pena porque San Blás é um paraíso, mais do que se vê em uma propaganda de cartão de crédito. Certamente um dos lugares de mais difícil acesso e mais intocados pelo homem no mundo. A viagem dura de cinco a seis dias com 2 ou 3 em San Blás e o resto em mar aberto. O caminho oposto, Cartagena- Porto Bello é mais rápido devido à direção da corrente marinha e ventos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Temporada de furacões, melhor não arriscar: Final de abril até meados do outono no hemisféreo norte. Mesmo que vc queira ir, a oferta de barcos que já não é grande, reduz drásticamente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;San Blás é ainda a região dos Kunas que são uma população local que eu classificaria como indígena. A cultura deles é algo único na Terra. São conhecidos seus artesanatos, pulseiras com padrões geométricos e cores fortes e ainda molas que são panos trabalhados. A comarca(estado) em que residem é uma região autonoma e eles conseguem resistir graças a isso à pressão de resorts que querem obviamente contruir nas ilhas mas os Kunas não vendem suas terras( ilhas caribenhas na verdade).&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Não recomendo ir em excursões para ficar hospedado em San Blás. Isso consiste em ir para uma das 4 ilhas superpovoadas onde moram 90% dos kunas e ficar dependendo da vontade deles para visitar as outras ilhas. Praticamente descarta a possibildade de chegar nas ilhas mais afastadas. Carci é a ilha mais povoada.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Destaques: Cayos Holandés, Cayos Limón, Cayos Chichime. Porvenir é o aéroporto mais bonito do mundo. Foi onde eu vi a água mais azul mas não há nada mais do que uma pista de pouso. O carimbo no passaporte é feito nessa ilha mas se o capitão for bom, ele vai fazer toda a papelada como o que fui. Seu nome era Xavier, um espanhol que recomendo mas com uma ressalva, cuidado mulheres porque o cara fica no osso por vários meses (no mar só)e tenta atacar as vezes. Na colombia a estampa do passaporte acontece no Iate club e é quase um mercado negro mas funciona.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um adicional: Na parte de mar aberto, é quase certo ver golfinhos e baleias. Eu tive a sorte de ver o maior cardume(?) de golfinhos da minha vida. Cerca de 20 deles acompanhando o barco, saltando e brincando uns com os outros por mais de 20 minutos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Outra forma de fazer a travessia sem passar por San Blás mas economizando o máximo possível. Foi um israelense, Elad, que foi e me contou. É uma grande aventura ainda mais por ser território das Farc (Floresta de Damién). Acho que a economia é tão pequena que o risco não vale a pena mas a travessia de veleiro tb não é muito recomendade e eu achei brilhante.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Da cidade do Panamá saem voos por cerca de 60USD para Puerto Obaldia nos domingos, quartas e sextas. Procurar um posto de fronteira para estampar o passaporte. Não esqueça e seja louco de ficar com documentação errada nesses países.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois ande por 3 horas ou pegue um barco por 10USD para Capurgana-Colombia. O barco dura 10 minutos. Estampe o passaporte lá. Elad disse que Capurgana é um lugar legal(nice) e também o lugar do pernoite. Na manhã seguinte, as 7am pegar um speedboat de 3 horas para Turbo. Custa cerca de 22USD. A acomodação em Turbo custa 3 USD e já é em terra firme. De lá é possível ir para Cartagena (por Monteria) ou Medellin.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Só para encerrar,fugindo um pouco do assunto, recomendo extremamente Bocas del Toro no Panamá e toda travessia de fronteira até Puerto Viejo de Talamanca na Costa Rica, sem deixar de ir em Punta Uva de bicleta. Eu fiz o sentido Costa Rica- Panamá. Um dos highlights também.&lt;/p&gt;</description>
      <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/story/19957/Panama/Travessias-Panam-Colombia-com-ou-sem-San-Bls</link>
      <category>Travel</category>
      <category>Panama</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Mon, 9 Jun 2008 20:33:00 GMT</pubDate>
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      <title>Gallery: Tibet</title>
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      <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/photos/10542/China/Tibet</link>
      <category>Travel</category>
      <category>China</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Wed, 14 May 2008 05:04:00 GMT</pubDate>
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      <title>Espanha</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Fiquei mais tempo na Espanha. Dá pra ficar meses por lá. Para mim a melhor parte é o norte. Catalunia, País Basco e La Rioja. Barcelona, indiscutível. O que fazer: ver os artistas de rua na La Rambla (dar um pulinho para ver a Plaza Rial), parte nova do porto no fina da La Rambla, galera indo para a praia e tudo do Gaudi - La Sagrada Familia, Parque Güell e um outro prédio perto que não lembro o nome mas é famoso. Ainda: Museu do Picasso no Barrio Gótico que também merece um passeio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;A melhor praia é a de San Sebastian. O lugar parece um Rio de janeiro miniatura, bem turístico e bonito. Perto está Pamplona que fui na época de San Fermin, um festival de torors no verão. Acho que a arquitetura deve ser interessante fora de temporada. Se sobrar tempo vale a pena.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Não fui para Bilbao mas ouvi dizer que é bom. Onde fica o Guggenheim que apesar de ser um museu de segunda, revitalizou a cidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Madrid divide opniões, algumas pessoas amam outras detestam. Eu resolvi não visitar a capital nem Toledo. Esta sim é quase unanime. Toledo vale a pena uma visita.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;No sul, Sevilha é apenas ok e Granada uma das melhores cidades graças ao castelo de Allambra. Costa de La Luz, Costa Brava e Costa Blanca são a parte sul do litoral. Costa Brava é a parte mais popular. Tarifa virou uma espécie de meca dos esportes radicais de vento como o kitesurf e o windsurf.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Há ainda as ilhas Baleares com Ibiza e Mallorca. A primeira principalmente é famosa pelas mega festas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Na Espanha não esqueça de ver uma dança flamenca (Barcelona e Madrid), toradas para quem gosta (Sevilla é a mais tradicional) e comer tapas que variam em cada região, ou seja, coma em todos os lugares que for. Ah.. Paella também.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/story/12006/Spain/Espanha</link>
      <category>Travel</category>
      <category>Spain</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Thu, 22 Nov 2007 08:34:00 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>Portugal</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Em Portugal, definitivamente Lisboa. Há vários passeios de um dia como Cascais, Setúbal, Estoril e Sintra que são fora da cidade mas bem pertinho e d´até pra ficar mais que uma tarde. Se for pra escolher acho que Sintra e Cascais que são menore com pouco mais de 20 mil pessoas cada.&lt;p /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;p /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Em Lisboa: Passeio no Castelo de São Jorge, restaurantes no Bairro alto (ou altos morros, não lembro do nome exatamente mas da parte baixa que olha para o Rio Tejo é o bairro situado na esquerda, onde não está o Castelo. É uma espécie de Lapa mais sofisticada. O resto da cidade também vale uma volta que é bem legal. Há um mercadão popular perto do Rio que não sei se sua mãe vai se interessar.&lt;p /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;p /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Fui também para Peniche/ Baleal que é um lugar de praia que os portugueses passam o fim de semana, no norte de Lisboa. Ok mas só se sobrar tempo. Não fui para Oporto mas deve ser legal. Fica bem para o norte. Não é tão perto por terra.&lt;p /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;p /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;No Algarve, parte sul do pais, vale ir para Lagos, uma espécie de buzios sem as praias ( apesar de ser uma cidade costeira). Há umas praias meia bomba.&lt;p /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/story/12005/Portugal/Portugal</link>
      <category>Travel</category>
      <category>Portugal</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Thu, 22 Nov 2007 08:24:00 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>Amsterdam</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;la vai, (dicas para Bernardo Salgado)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;1- Arrume um mapa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;2- abaixo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Alugue uma bicicleta nem que seja por um dia. Tenha em mente onde voce vai. Aproveite para conhecer as ruas mais estreitas e se perder pelos canais da cidade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Reserve acomodacao. Se for ficar em albergue, aconselho o Flying Pig ou o Bulldog. Algumas pessoas (como eu), ficam em algergues que s'ao barcos e ficam nos canais e no porto perto do museu do nemo (acho que e um aquario). Tb vale apena.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Nao e permitido o uso de alcool e drogas nas ruas. So nos bares e coffe shops. Meus preferidos estao no norte do Red Light District. Olhando da Damrak para a Central Station, siga para a esquerda. Nao lembro o nome da rua mas uma parte dela acompanha o rio e e bem movimentada de noite. Vc vai ver. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Tem um parque com varios bares e boates em volta que vale a pena ir um pouco mais tarde. seguindo as ruas pricipais em direcao sul, vc vai encontrar. Nao lembro do nome mas lembro que eh perto de uma torre com relogio e que o trilho do tram passa por uma das ruas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Ouvi falar no &lt;span&gt;coffee shop La Tertulia na esquina do canal Prinsengracht com a ruazinha Elandsstraat, no bairro do Jordaan. Nao fui&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Red Light district dispensa comentarios. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Tente um passeio de barco pelos canais mas fuja TOTALMENTE dos muito turisticos com um monte de gente. Ha alguns que sao festas com 10 pessoas. Nao ha experiencia melhor do que conseguir entrar numa festa dessas. As vezes eh um pouco caro mais vale. Para reservas, ouvi falar do &lt;span&gt;restaurante Boom Chicago, na Leidseplein. Nao fui neste, pergunte no seu hotel.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Principais museus - Van Gogh, Stedelijk , Anne Frank Huis e Rijksmuseum. Tem tambem o Madame tusseau que acho meio bobo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Vijzelstraat com Amstel e a area gay. Parece Castro em San Francisco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;De um role pela Damrak e coma aquelas porcarias e entre nas lojinhas de souvenirs. Afinal, somos turistas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Ao redor - Vale a pena &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;vá até a central station &lt;/span&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Praia - Zandvoort.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;Koog Zandaag.  Vá pela saída da direita .Ha uma vila com moinhos e uma fábrica de chocolate. Mais adiante, cruze a ponte móvel até Zaanse Schans,  uma vila com moinhos, tamancos, uma fábrica de queijo e campos de tulipas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/story/12004/Netherlands/Amsterdam</link>
      <category>Travel</category>
      <category>Netherlands</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Thu, 22 Nov 2007 08:16:00 GMT</pubDate>
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      <title>Gallery: Maccho Piccho</title>
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      <link>https://journals.worldnomads.com/henrique/photos/6925/Peru/Maccho-Piccho</link>
      <category>Travel</category>
      <category>Peru</category>
      <author>henrique</author>
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      <pubDate>Thu, 22 Nov 2007 08:11:00 GMT</pubDate>
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